quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Obesidade pode levar ao suicídio.


A obesidade entre os menores de idade tem alcançado proporções de epidemia em muitos paises, principalmente entre os mais desenvolvidos. Especialistas afirmam que esse fenômeno está associado aos novos hábitos alimentares, ricos em gorduras e açúcares, e a falta de atividade física da nova geração.
A insatisfação dos jovens com o próprio corpo aumenta a chance de pensamentos suicidas.
Mesmo que uma garota não esteja acima do peso, muitas tem a percepção de que deveriam estar ainda mais magras e, essa preocupação com o próprio corpo é maior entre as adolescentes.
Os adolescentes obesos exibem um nível médio maior de depressão, em relação aos outros jovens. Existe um forte vínculo entre as “brincadeiras” relacionadas com o sobrepeso e os índices de depressão, baixa autoestima, insatisfação e desordem alimentar. Essa investigação sinaliza que os obesos sentem-se mais isolados, em comparação com os de menor peso.
Quando os jovens consideram-se excessivamente obesos ou mesmo excessivamente magros, os impulsos suicidas duplicavam.
Por isso é sempre bom frisar a impotância do acompanhamento psicologico pré e pós gastroplastia, muitos acham desnecessário, cada vez mais pesquisas provam o contrário do que vemos em relação aos pacientes.
Faça com responsabilidade e procure estar equilibrado ( a ) para realização da mudança em sua vida, a GASTROPLASTIA!

domingo, 15 de novembro de 2009

A importância do psicológo na cirurgia.


A Obesidade, longe de ser uma “fraqueza de caráter” é uma doença que afeta a pessoa nos seus aspectos físico, psíquico e social. É considerada uma condição clínica multi-determinada, na qual se associam diversas causas, no processo do seu desenvolvimento. Dentre estas causas, com muita freqüência, apresentam-se os fatores psicológicos ou emocionais. Em se tratando de pacientes obesos mórbidos, podemos afirmar que a maioria dos que chegam à Cirurgia Bariátrica traz alterações emocionais. Essas dificuldades de natureza psicológica podem estar presentes entre os fatores determinantes da obesidade exógena (reativa), ou entre as conseqüências, na obesidade endógena ou de desenvolvimento em que a pessoa apresenta excesso de peso desde o começo da vida e tende a vivenciar e a confundir os mais variados desejos com necessidade de alimento. Seu emocional é abalado pelas dificuldades, limitações e sofrimento por ser obeso. Sendo assim, como comprovam vários estudos realizados, a avaliação e o trabalho psicológico pré e pós-operatório são de fundamental importância. Muitos pacientes resistem ao atendimento psicológico na etapa pré-cirúrgica, alegando não ter necessidade, pois já estão decididos: querem submeter-se à cirurgia da obesidade. O atendimento psicológico não visa a convencer ninguém a fazer a gastroplastia e sim preparar essa pessoa, para que possa passar pelo processo cirúrgico e, conseqüentemente, de emagrecimento, de forma saudável e tranqüila. Outra grande preocupação do paciente em relação à avaliação psicológica é o temor de ser “barrado” ou impedido pelo psicólogo da realização de seu grande desejo: submeter-se à cirurgia. O objetivo é preparar adequadamente o paciente, pelo tempo que ele necessitar se preciso for. Em caso de distúrbios psiquiátricos, também precisa-se do acompanhamento do psiquiatra para complementar o trabalho. Assim, o contato com o psicólogo se faz importante para a orientação, informação e apoio desse paciente na sua preparação para a cirurgia. O período imediatamente após a cirurgia é relatado pelos operados como sendo um dos mais difíceis. É a fase de recuperação do ato cirúrgico, de maior desconforto e de adaptação à dieta líquida. Junta-se a tudo isso a expectativa, a ansiedade e a insegurança: “Será que deu mesmo tudo certo?”. Vencido o 1º período (da ingestão apenas de líquidos), a adaptação ao alimento sólido é a outra etapa. Neste período pós-cirúrgico, o acompanhamento psicológico é voltado geralmente para a adaptação aos novos hábitos. É, sem dúvida, esse tipo de questionamento que traz o paciente as consultas. Após o 3º ou 4º mês de cirurgia, o paciente entra em nova fase: a da “lua de mel” com a cirurgia. O emagrecimento começa a ser notado por todos, os elogios tornam-se constantes, as roupas estão cada vez mais largas, há aumento da disposição e do bem estar e o paciente passa a ter maiores cuidados com sua aparência, investindo mais em si mesmo. Após 6 ou 8 meses, a perda de peso está em torno de 30 %. Tudo é novidade! Neste momento, o paciente operado não sente a menor necessidade de uma psicoterapia. É nesse período que muitos desaparecem dos consultórios dos psicólogos (e muitas vezes dos retornos médicos!). Sentem-se tão bem, como nunca estiveram na vida: auto-suficientes, mais seguros e com a auto-estima elevada, bonitos e muitas vezes eufóricos. Contudo nesse momento a psicoterapia volta-se para a nova imagem corporal e para as repercussões que ocorrerão a partir daí na personalidade do indivíduo. O corpo que o paciente obeso “não via”, não entrava em contato, passa a ser alvo de observações e elogios. Algumas dificuldades emocionais que estavam encobertas pela “capa de gordura” tendem a surgir. Conflitos básicos emergem e, se não forem tratados, podem fazer com que o paciente lance mão de “boicotes” ao emagrecimento como forma de evitar sofrimento. Passa, por exemplo, a ingerir grandes quantidades (divididas em pequenas porções) de alimentos pastosos com alto teor calórico, dificultando sua perda de peso ou mesmo recuperando alguns quilos. Nesta fase, grandes mudanças estão ocorrendo e uma multiplicidade de opções se abre à frente da pessoa emagrecida e isso requer nova aprendizagem social. Assumir responsabilidades das quais era poupado por falta de condições físicas e pelas limitações que a obesidade impunha, agora colocam a pessoa diante de situações nunca vividas ou vividas há muito tempo. A obesidade, de uma certa forma, protegia. Em torno de um ano após a cirurgia, o peso do paciente operado se estabiliza. Tudo aquilo que era novidade passou a fazer parte da rotina de vida. Algumas vezes a depressão se instala. O objetivo foi alcançado: “Deixei de ser obesa, mas apesar de magra, continuo sozinha, tenho problemas no trabalho, nos relacionamentos…”. Estudos realizados mostram que deixar de ser obeso implicará em mudanças na maneira de agir e na vida como um todo. E, ao reorganizar-se e estruturar-se novamente, freqüentemente a pessoa emagrecida necessita de ajuda. O trabalho psicológico pode auxiliar o paciente a conhecer e a compreender melhor a si mesmo, a aderir de forma mais eficiente ao tratamento, envolvendo-o e tornando-o responsável pela vivência de criação de uma nova identidade e estimulando a sua participação efetiva no processo de emagrecimento. A cirurgia é apenas o começo.

sábado, 14 de novembro de 2009

Como contratar um plano de saúde.


Na hora de contratar um plano de saúde, a maioria das pessoas tem muitas duvidas em decidir qual o melhor plano de saúde. Sempre costumamos lembrar aos nossos clientes, que, o melhor plano de saúde é aquele que cabe no nosso bolso, mas também o que cabe no nosso bolso, nem sempre é o melhor e que tem vários outros fatores para contratação de um plano de saúde. Lembramos ainda que plano de saúde é para muitos anos, e que, a má contratação é jogar dinheiro fora.

Para facilitar a sua decisão, vamos colocar alguns passos para contratar o melhor plano de saúde dentro do seu perfil.

1º passo - Procure um consultor de planos de saúde, ele será a pessoal ideal para te auxiliar.

O consultor é peça fundamental para contratação de um plano de saúde. Alguns pessoas se preocupam em contactar um vendedor de cada plano de saúde, sendo que, "vendedores são treinados para vender", com isso se você ligar por exemplo para um vendedor da Unimed e outro do Bradesco, cada um vai querer vender a qualquer custa o produto que ele comercializa, e não te apresentará um comparativo entre os planos e falará mais sobre as vantagens do plano que ele comercializa.
Com o consultor a situação é bem diferente, "o consultor é treinado para resolver problemas de compra do cliente", o consultor tem pleno conhecimento do mercado, podendo assim apresentar as diferenças entre os planos, falando sobre os prós e os contras de cada planos, diferença de preços, rede credenciada, abrangência de atendimento, coberturas, idoneidade das empresas, etc, conhecendo a sua necessidade ele apresentará os melhores planos de saúde dentro do seu perfil, atendo assim a sua necessidade de compra. O consultor te auxiliará nos passos abaixo.

Definição do consultor: Aquele que dá pareceres acerca de assuntos da sua especialidade
Definição de Vendedor: Aquele que vende
Fonte: Dicionário Aurélio

2º passo - Preços
Antes de contratar um plano de saúde, é de suma importância consultar a viabilidade financeira, não devemos nos preocupar somente com o hoje ou daqui a alguns meses, será necessário avaliar a disponibilidade de anos.
Feito a análise da disponibilidade financeira, agora já estamos prontos para os outros passos.

3º passo - Rede Credenciada
Fazer um comparativo entre abrangência da rede credenciada de cada plano.

4º passo - Coberturas
Hoje os planos de saúde são regulamentados sobre a lei 9656/98, porém ainda existem algumas diferenças de cobertura entre os planos. Vou citar algumas cobertas adicionais do rol de procedimentos exigida pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Assistência 24 hs no Brasil e no Exterior, Remissão de mensalidade por falecimento do usuário titular, reembolso para despesas médico hospitalar fora da rede credenciada, desconto em medicamentos, atendimento em nível nacional etc.

5º passo - Idoneidade da empresa
Hoje todos os planos de saúde são supervisionados pela ANS, com isso, o risco de fazer um plano de saúde e ficar sem atendimento defido alguma crise financeira ou falência de algum plano de saúde está muito mais difícil. A ANS tem algumas exigência para evitar esse tipo de situação, como;
Reserva prudente - As operadoras de planos de saúde são obrigadas a deixar em caixa um determinado valor em caixa para eventual dificuldade financeira.
Balancete mensal - Os planos de saúde são obrigados a enviar um balancete mensal para a ANS
Auditoria - A ANS constantemente faz auditoria nos planos de saúde, para verificar a administração da carteira de associados.
Intervenção - Quando é diagnosticado a dificuldade financeira do plano de saúde, a ANS entra com intervenção neste plano de saúde, até que seja solucionado o problema e/ou seja passado essa carteira para outro plano de saúde, sem gerar ónus ou perca de cobertura dos associados.

6º passo - Prazos de carência
Como disse anteriormente, todos os planos de saúde são regulamentados e seguem um padrão de coberturas e estão incluídos nesse padrão os prazos de carência, porém alguns planos de saúde comercializam os seus produtos com carências reduzidas, tanto para planos de saúde individual e familiar, como para os planos empresariais. Segue o padrão das carências.

24 horas para atendimentos de urgência e emergência
30 dias para consultas e exames simples
180 dias para exames especializados, cirurgias e internações
300 dias para parto
24 meses para doenças e lesões pré-existentes

O plano de saúde é para prevenção, por isso existe prazos carência, com isso não deixe de pagar o seu plano de saúde ou deixe para fazê-lo quando estiver com problema de saúde.


Seguiu todos os passos? O que acharam? Ficou mais fácil para contratar um plano de saúde?

O limite de cada um.


O garoto olhava as gotas de chuva que batiam suavemente na janela.
Embora seu olhar estivesse fixo, sua mãe podia perceber que seu pensamento estava muito longe dali.
Aproximou-se do pequeno e, afagando seus cabelos, perguntou com doçura:
"Algum problema, meu filho?"
O menino aconchegou-se à mãe e sussurrou baixinho:
"Nada, não."
Embora a resposta negasse, a atitude dele demonstrava que algo não ia bem.
A mãe conhecia muito bem o seu rebento.
Sabia que alguma coisa o incomodava.
Abraçou-o com carinho e esperou que ele mesmo começasse a falar.
O fato de estar disponível e atenta a ele era uma motivação para que ele se abrisse espontaneamente.
Não tardou para que ele ficasse um tanto inquieto naquele abraço e dissesse à mãe, sem levantar os olhos:
"Não quero participar da apresentação do teatro este ano."
A mãe pegou-o pela mão e, sentando-se, colocou o pequenino no seu colo.
"Por que, meu filho?"
Amuado, ele escondeu o rosto no ombro materno, evitando a resposta.
"Você não acha que vai ser legal?" - insistiu a mãe.
Balançando a cabeça timidamente, ele respondeu:
"Eu acho, mas é que um dos meus colegas disse que eu nunca vou conseguir decorar todas as falas."
A mãe estreitou o menino nos braços e disse com ternura:
"E você, meu filho?Você concorda com ele?Você acredita que não é capaz de decorar as falas?"
Seu tom de voz era sereno.
O menino levantou os olhos e encontrou os da mãe que o fitavam carinhosamente.
"Sabe, durante sua vida, muitas pessoas vão tentar convencê-lo a respeito do que você pode ou não pode fazer.Tentarão fazer acreditar que elas sabem mais de você do que você mesmo.
Dirão muitas coisas legais, e outras muito chatas.Na maior parte das vezes, essas pessoas poderão estar fazendo isso por inveja, por ciúme, ou por simples ignorância.
Elas não têm como saber tudo, nem como conhecer tanto os outros.Muitos apenas falam por falar, ou para magoar.O importante, meu filho, é que você tenha a capacidade de não se influenciar por essas palavras.
Se elas são certas, ou não, somente você poderá dizer.O seu limite apenas você é capaz de estabelecer.
Você, somente você, pode dizer aonde seu trabalho e seu esforço poderão lhe fazer chegar."
Os olhos do garoto estavam cheios de lágrimas, emocionado pela confiança que foi transmitida.
Beijou suavemente o rosto da mãe e agradeceu sorrindo pela mensagem que haveria de ficar para sempre gravada em seu coração.
A mídia nos indica os padrões em voga.
Ídolos passageiros ditam modas e jargões.
Todos, de repente, consideram-se legitimados a julgar os outros e apontar os seus destinos.
No entanto, segue essa onda desatinada apenas quem quer.
Quem não se dá ao trabalho de refletir e de manter-se firme em suas convicções pode ser arrastado por essas sandices.
Mas esse não é o caso de quem conhece a si mesmo e traça seus próprios objetivos.
Esses últimos estabelecem seus próprios limites e perseguem seus sonhos com garra e determinação.
Suas fragilidades poderão ser motivo de mais empenho e dedicação, mas nunca serão fatores impeditivos impostos por terceiros.

Cada qual é responsável por seus próprios erros e acertos.
É nisso que reside o mérito de cada ser.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Transtorno Obsessivo-Compulsivo



O TOC é um transtorno de ansiedade caracterizado por pensamentos obsessivos. Estes pensamentos são idéias persistentes, impulsos ou imagens que ocorrem de forma invasiva na mente da pessoa, gerando muita ansiedade e angústia.
A pessoa portadora de TOC tenta ignorá-los ou eliminá-los através de ações que são intencionais e repetitivas. Geralmente reconhece que seu comportamento é excessivo ou que não há muita razão para fazê-lo.
As obsessões ou compulsões acarretam grande estresse, consomem tempo (mais de uma hora por dia) ou interferem bastante na rotina normal, no trabalho ou nas atividades sociais e relacionamentos interpessoais.


Como aparecem o TOC?


genética --- Os indivíduos já nascem com maior ou menor propensão a desenvolver o problema.


influências ambientais ---Outros fatores que podem influenciar no desenvolvimento do problema estão relacionados com o aprendizado e o estresse.


estruturas cerebrais --- A falta da serotonina, um mensageiro químico das células nervosas, nessas regiões cerebrais, estaria associada à origem do problema.


O TOC é um problema de ansiedade caracterizado pela presença de dois componentes principais:



Obsessões --- Exemplos: preocupações com contaminação,dúvidas obsessivas
pensamentos de morte ou ou dano à saúde em relação a si mesmo ou aos outros
medo de não controlar o impulso e ferir ou agredir alguém física ou verbalmente
preocupações com blasfêmias e/ou insultos

Compulsões --- Compulsões e rituais são comportamentos repetitivos, feitos sempre da mesma forma, e são executados para aliviar a ansiedade.



Veja as compulsões típicas do TOC através do personagem interpretado por Jack Nicholson, no filme "Melhor Impossível".



Na Gastroplastia não seria diferente.


Desde a pré-história, já eram encontrados indícios de que os primeiros homens buscavam viver em grupos, da mesma maneira, percebemos essa característica também entre os animais. Em grupos, os animais conseguem, com mais eficácia, sua sobrevivência, e conseqüentemente, está assegurada a perpetuação da sua espécie.
Embora se compreenda a eficácia de se viver em grupos, na civilização moderna, o que se constata muitas vezes, é a dificuldade da convivência. Temos a impressão de que muitas pessoas, às vezes, preferem viver a sua independência, se fechando para o outro, ao invés de se adaptar às exigências de algumas regras básicas, necessárias, que são estabelecidas naturalmente em função do bom relacionamento.
Somos pessoas únicas em todo o nosso ser. Somos capazes de fazer valer a nossa racionalidade sobre nossos instintos naturais. Trazemos particularidades únicas na maneira de viver, de responder às exigências, de enfrentar as dificuldades e também de assimilar os acontecimentos ocorridos contra a nossa vontade.
Diante de tamanha particularidade, entendemos que dentro de um relacionamento – juntamente com os demais integrantes, cujos comportamentos também são diferentes e únicos – podemos enfrentar alguns desafios. Obviamente uma pessoa terá problemas de convivência, dentro de um grupo social, se manter o caráter de disputas, de autopromoção no desejo de se destacar sobre os demais, de concorrência ou de ciúmes.
Quando nos propomos a conviver com outras pessoas, quer seja no trabalho, quer seja na escola ou na comunidade na qual nos encontramos, o fazemos por nossa própria opção. Identificamos nesses grupos sociais características que nos convenceram a desejar o engajamento, vivendo e aprendendo a respeitar os princípios praticados neles, a fim de alcançarmos a harmonia do relacionamento de modo a se atingir um objetivo comum.
Na aprendizagem da sadia convivência, estamos sujeitos aos desentendimentos; entretanto, muitos destes – se não forem controlados – podem fomentar a segregação. E, infelizmente, muitas vezes, dessa ruptura se origina um outro “grupinho de discípulos”, que levam como hábito a crítica, quase nunca construtiva, contra a outra pessoa, ou o outro grupo do qual participavam.
A fim de minimizar os traumas e de preservar a perpetuação do título que o ser humano é “sociável”, devemos acreditar na mudança e no controle dos nossos impulsos; especialmente daqueles que facilmente se sobrepõem à nossa racionalidade, liberando assim os instintos mais primitivos, oriundos dos nossos ancestrais pré-históricos.
Reconhecendo os objetivos pelos quais nos propusemos a fazer parte de um determinado grupo social, precisamos assumir o desejo de ser “diferentes” quando não encontramos as qualidades que consideramos vitais na outra pessoa, a fim de ser para esta, modelo de comportamento, de solidariedade, acolhimento, paciência, benevolência, amizade… sendo tudo regido pela boa educação.Assim, ao invés de sair em busca de uma sociedade perfeita – de acordo com o nosso gosto – estaremos empenhados em enriquecer nossa comunidade particular com as preciosidades de nossas virtudes.
Respeito é a palavra chave para a felicidade em harmonia.
Seja feliz, a vida é muito curta.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Lembre-se: Obesidade é doença!!



Isso é para vcs que acham bonitinho crianças obesas, vcs que acham que levar ao Mc Donald's em um sábado a tarde ou domingo estarão fazendo seus filhos felizes, vcs que acham melhor que eles comam do de ficar gritando: Não quero, não como, não gosto. Se liga: é melhor um não hoje, do que uma vida inteira de sofrimentos e tristezas.

Obesidade é doença!

“Consciência”.

Eu sei que para muitos propinas seria a solução, pessoas a 6, 8, 10 anos na fila de espera pelo SUS para redução de estômago, aí, aparece uma oportunidade: furar fila.
Vc fazendo isso estará ajudando a corrupção do nosso país. Lembre-se todos os dias; 2 obesos mórbidos morrem por dia na fila do SUS em busca da tão sonhada "CIRURGIA BARIÁTRICA". Tenha conciêcia, denuncie o que não estiver dentro dos seus direitos.
Isso está acontecendo com os cirurgiões plásticos, está virando um "cartel", e o profissional que não entrar no esquema estará perdendo clientes pois sua equipe são os mesmos que pertencem ao cartel.
Só os mais favorecidos conseguem plásticas pós a cirurgia bariátrica pelo plano pq pagam por fora e com isso aquele aqueles tem plano de saúde e não tem como pagar por fora, fica literalmente fora, pq enquando houver pessoas para pagar por fora, o CARTEL continuará.
Consciência, cobre seus direitos, grite, reclame, denuncie e ajude a acabar com esse "CARTEL".

Em Santo André, médico que coordenava fila de cirurgia de estômago é afastado após denúncia do Repórter Record.

Médicos cobram para furar a fila da cirurgia de redução de estômago pelo SUS.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Obesidade e sexo.


Comida e sexo têm sido retratados com beleza poética por românticos, boêmios e músicos. Psiquiatras e psicólogos também foram seduzidos por esta irresistível combinação, já que entre as inúmeras causas para a obesidade estão os fatores psicológicos, além dos genéticos, neuroendócrinos, metabólicos, dentre outros.

"A comida é uma droga", "Pessoas acima do peso usam a comida como um tranqüilizante, para dar boas sensações". Quem está acima do peso perde, muitas vezes, a capacidade de controle sobre si mesmo e come por compulsão.

"A obesidade pode estar diretamente relacionada à carência afetiva, como o indivíduo aprendeu a lidar com as suas frustrações e como foi tratado e alimentado na infância". Ainda vigora o "coma e me deixe em paz", apesar dos avanços na área educacional e das mudanças nas relações entre pais e filhos.

Existe uma forte cobrança social com relação à forma que o corpo assume. Afinal, a frustração sexual pode levar à obesidade? Ou é ao contrário?

"É difícil responder quem origina o que". "A única certeza é que a obesidade não é um fator que ajude a encontrar um(a) parceiro(a). Existe uma cobrança social sobre o físico, especialmente em relação às mulheres", explica. "O homem, quando obeso e rico, passa a sensação de poder; quando pobre, de preguiçoso e vagabundo. As mulheres, independente da classe social ou condição econômica, dão idéia de desleixo e descaso com a própria aparência".

"o mundo atual não foi feito para quem é obeso", a obesidade traz um enorme estigma social e quem está acima do peso é visto como alguém sem força de vontade. "Predomina o mito da beleza e das formas perfeitas. Ser vaidoso traz preocupações saudáveis. O problema é que nossa sociedade só fala disso".

Época de perdas

Se, na infância, o bebê "gordinho" é sinônimo de saúde, na adolescência acontece o oposto. Ser magro significa ser aceito e amado. "A adolescência é uma fase de perdas, em que acontece a perda da identidade infantil e a transição para uma nova, juntamente coma a perda dos 'pais heróis'".

O adolescente começa a lidar com um corpo que está se transformando e incomoda. "É a fase em que terá, ainda, que assumir e definir uma identidade sexual".

Quem está acima do peso acaba como o "patinho feio" da história. É destinado ao adolescente acima do peso o papel de coadjuvante. "Ele será o mais companheiro, divertido e engraçado, ou o melhor amigo do mais forte e bonito da turma. Será aquele que ajuda a todos, mas sempre em um papel secundário".

O adolescente lida mal com o aumento de peso. "Como o próprio nome diz, adolescente vem de adolescer, que significa uma fase de mudança. Ele engorda, se sente feio, inseguro e sempre se compara aos demais. O adolescente odeia tudo o que é diferente. O que ele quer é ser igual aos outros".

O jovem com peso acima do padrão, e dono de um corpo considerado feio pelos demais, acaba estigmatizado pelos colegas. E, muitas vezes, a solidão e o isolamento se tornam a sua única opção. Daí a importância dos pais prestarem atenção em relação ao que o filho (a) come, desde a infância. É preciso estimular uma dieta alimentar equilibrada, com a participação de todos os grupos alimentares (proteínas, legumes, frutas, carboidratos), e manter à distância - o máximo possível - os famosos "fast-food".

Cara metade

Sexo e obesidade não formam a mais perfeita combinação. "Não é impossível", "mas depende dos estímulos que o par recebe e do relacionamento afetivo". É comum que, no casamento, homens e mulheres se acomodem e se desencantem um com o outro. Surgem as insatisfações sexuais e emocionais. A comida passa, muitas vezes, a ser a principal fonte de amor e prazer.

É inerente ao ser humano sentir-se amado e desejado, independentemente se está acima do peso ou não. "Quanto mais a pessoa é aceita pelo meio onde vive, maior a auto-estima. Por isso, amor e sexo têm uma importância fundamental na vida de qualquer ser humano, esteja ele acima do peso ou não".

"Peso não é tudo". "Alguns valorizam mais o físico, outros não, mas nunca se falou tanto em corpo perfeito como agora". Isso significa que as chances de alguém acima do peso encontrar a "cara metade" são menores do que a das magras.

Amor fora de forma

E quem ama, emagrece? "É possível". "quando o 'vazio abstrato' é preenchido pelo 'sexo concreto'. Mas o contrário pode também acontecer: ao ficar ansiosa, a pessoa se refugia na comida e aumenta de peso. "O 'vazio abstrato' acaba preenchido pela 'comida concreta'".

Na sociedade ocidental, "a pessoa não quer emagrecer, mas quer ser emagrecida". Existe a forte necessidade em transformar a vida com o amor e o sexo. A mulher, por exemplo, apresenta a tendência a querer sempre agradar o seu parceiro, e cabe a ele estimulá-la a perder peso. "Se ela faz tratamento para perder peso, é claro que o melhor programa não será sair para jantar fora. Ele deve estimular a parceira a persistir no tratamento".

Na idade adulta, o obeso tem, geralmente, baixa auto-estima. É visto como um cidadão de segunda classe e, como tal, deve ter um(a) companheiro(a) na mesma categoria. Ele pensa e acredita que não encontrará ninguém melhor.

Entretanto, etir do momento em que o parceiro não é mais considerado atrativo, pode ocorrer a separaçãostar acima do peso não significa que o desejo sexual desapareça. Acaba, quase sempre, substituído pela comida. "O desejo sexual existe, mas está adormecido pela vergonha e o medo de se expor". Alguns medicamentos podem provocar uma diminuição temporária na libido, enquanto persistir o tratamento. Por isso, é importante conversar com o médico para conhecer os efeitos dos medicamentos que compõem o seu tratamento, seja para a perda de peso ou para tratar de problemas como a hipertensão ou depressão.

Em casos extremos, a obesidade pode ser motivo até para a separação de um casal, tanto como a falta de diálogo, o companheirismo, o amor. "A partir do momento em que o parceiro não é mais considerado atrativo, pode ocorrer a separação".



domingo, 25 de outubro de 2009

Drunkorexia ou Alcoolrexia.

drunkorexia e alcoolrexia

A alcoolrexia ou drunkorexia é um transtorno alimentar de risco que á atinge 4% da população mundial e pode gerar graves problemas. A drunkorexia começa quando a pessoa, descobre que o álcool é calórico e pretendendo beber, para deixar de comer. As mulheres costumam trocar as calorias dos alimentos pelas da bebida. Não comer acaba se tornando uma espécie de compensação para poder beber depois. Algumas acontece de utilizarem o álcool para não terem fome, como se fosse uma técnica emagrecedora.

O transtorno pode levar à anorexia ou bulimia nervosa e em 90% ao alcoolismo. É possível que provoque uma desnutrição subclínica, pois elas consomem as calorias do álcool mas não vitaminas, minerais e nutrientes, o que pode causar problemas graves, inclusive desmaios, queda de cabelos e unhas quebradiças.

As mulheres estão mais suscetíveis e ficam dependentes mais rápido, pois têm menor quantidade de líquido no corpo, mais gordura e menos enzimas, que são responsáveis pela metabolização do álcool.

tratamento da Drunkorexia

Os tratamento da Alcoolrexia abrange aspectos físicos e psicológicos do paciente e, com isso, pode envolver vários profissionais, como o nutrólogo e o psiquiatra ou psicólogo, entre outros.

O que é a ortorexia?

Cuidar da nossa alimentação é bom, mas sem exageros, ok!?…


O importante é diversificar sua alimentação!


A ortorexia é uma doença que está se tornando comum no mundo moderno. As pessoas cada vez mais se preocupam com sua saúde e forma física e uma das maneiras de manter isso com qualidade é cuidando da alimentação e é ai que entra o limite entre o bom senso e a pessoa que tem ortorexia: O exagero em apenas consumir alimentos saudáveis ou a obsessão por consumir somente produtos que a pessoa “acha” que vão fazer bem a sua saúde, o que leva ao doente a excluir de seu cardápio vários outros alimentos de sua dieta diária, como as carnes, por exemplo.

O problema não para por ai:

  • O ortoréxico chega a um ponto em que evita comer na casa de familiares, amigos ou em lugares onde não sabe a procedência da comida;
  • Vai a lugares distantes atrás de certos alimentos (e paga caro por isso);
  • Passa horas vasculhando e lendo os rótulos dos alimentos nos supermercados buscando comprar exclusivamente os produtos orgânicos, macrobióticos, dietéticos, integrais, sem aditivos, e com garantias de que não contêm conservantes, pesticidas nem herbicidas;
  • Controla a quantidade de comida que consome;
  • Sentem-se culpados quando quebram as suas próprias regras;
  • Pode resultar em desnutrição, anemia, perda de massa óssea, carências de vitaminas e minerais, fraqueza e um alto risco de infecções

Quais os prejuízos a saúde?: Segundo a psicóloga Flávia Leão Fernandes:

[...] A ortorexia pode acarretar graves prejuízos à saúde, caso o ortoréxico não substitua os alimentos que evita consumir por outros que lhe ofereçam o mesmo complemento nutricional. Entre as conseqüências negativas encontram-se quadros de anemia e carência vitamínica. Mas este distúrbio não acarreta apenas danos físicos. No campo social, ele acaba desencadeando uma retração e fazendo com que a pessoa restrinja seu rol de amizades a pessoas que se alimentem como ela. O isolamento social é um prejuízo às vezes mais difícil de reparar do que os próprios danos físicos. [...]O importante é sempre ter bom senso, exageros sempre causam problemas, mesmo quando se trata se cuidar de nossa saúde.

Obesidade!!

A obesidade é o maior problema de saúde da atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais, tem etiologia hereditária e constitui um estado de má nutrição em decorrência de um distúrbio no balanceamento dos nutrientes, induzindo entre outros fatores pelo excesso alimentar. O peso excessivo causa problemas psicológicos, frustrações, infelicidade, além de uma gama enorme de doenças lesivas. O aumento da obesidade tem relação com: o sedentarismo, a disponibilidade atual de alimentos, erros alimentares e pelo próprio ritmo desenfreado da vida atual.

A obesidade relaciona-se com dois fatores preponderantes: a genética e a nutrição irregular. A genética evidencia que existe uma tendência familiar muito forte para a obesidade, pois filhos de pais obesos tem 80 a 90% de probabilidade de serem obesos.

A nutrição tem importância no aspecto de que uma criança superalimentada será provavelmente um adulto obeso. O excesso de alimentação nos primeiros anos de vida, aumenta o número de células adiposas, um processo irreversível, que é a causa principal de obesidade para toda a vida. Hoje, consumimos quase 20% a mais de gorduras saturadas e açúcares industrializados. Para emagrecer, deve-se pensar sempre, em primeiro lugar, no compromisso de querer assumir o desafio, pois manter-se magro, após o sucesso, será mais fácil.

Por que estamos tão gordos

Num tempo em que as formas esguias e os músculos esculpidos constituem um avassalador padrão de beleza, o excesso de peso e a obesidade transformaram-se na grande epidemia do planeta. Nos Estados Unidos, nada menos de 97 milhões de pessoas (35% da população) estão acima do peso normal. E, destas, 39 milhões (14% da população) pertencem à categoria dos obesos. O problema de forma alguma se restringe aos países ricos.

Com todas as suas carências, o Brasil vai pelo mesmo caminho: 40% da população (mais de 65 milhões de pessoas) está com excesso de peso e 10% dos adultos (cerca de 10 milhões) são obesos. A tendência é mais acentuada entre as mulheres (12% a 13%) do que entre os homens (7% a 8%). E, por incrível que pareça, cresce mais rapidamente nos segmentos de menor poder econômico.

O inimigo, desta vez, consiste num modelo de comportamento que pode ser resumido em três palavras: sedentarismo, comilança e stress. Estamos vivendo a era da globalização de um modo de vida baseado na inatividade corporal frente às telas da TV e do computador, no consumo de alimentos industrializados, cada vez mais gordurosos e açucarados, e num altíssimo grau de tensão psicológica.

A "mcdonaldização"

Em ritmo acelerado e escala planetária, as culinárias tradicionais vão sendo atropeladas pelo fast-food. E bilhões de seres humanos estão migrando dos carboidratos para as gorduras.

As conseqüências dessa alimentação engordurada podem não ser inocentes. Artérias entupidas e diabetes são apenas algumas das possíveis conseqüências do excesso de peso. Mas, independentemente das conseqüências, existe hoje uma unanimidade entre os médicos para se considerar a própria obesidade como uma doença. E o que é pior: uma doença crônica e incurável. Como a gordura precisa ser estocada no organismo, todo obeso tem um aumento do número de células adiposas (obesidade hiperplástica) ou um aumento do peso das células adiposas (obesidade hipertrófica) ou uma combinação das duas coisas.

Esse é um dos fatores que faz com que, uma vez adquirida, a obesidade se torne crônica. O indivíduo pode até emagrecer, mas vai ter que se cuidar pelo resto da vida para não engordar de novo. É por isso também que, a longo prazo, os regimes restritivos não resolvem. Com eles, a pessoa emagrece rapidamente. Mas não consegue suportar, por muito tempo, as restrições impostas pelo regime. E volta a engordar. É o chamado "efeito sanfona", o massacrante vai-e-vem do ponteiro da balança.

O primeiro passo: levantar da poltrona e mexer o corpo

O sedentarismo é a causa mais importante do excesso de peso e da obesidade. Por esse simples motivo, a atividade física tem que ser o primeiro item de qualquer programa realista de tratamento da doença. A pessoa sedentária deve começar reeducando-se em suas atividades cotidianas. Se ela mora em apartamento, por exemplo, pode utilizar as escadas, em vez do elevador. Mesmo isso, porém, deve ser feito gradativamente. A pessoa que mora no sétimo andar pode subir apenas um lance de escada no primeiro dia e o restante de elevador. E ir aumentando o esforço, dia após dia, até conseguir galgar todos os andares.

A partir daí, abre-se espaço para uma atividade física sistemática. Mas é preciso que seja uma atividade aeróbica (caminhada, esteira, corrida, bicicleta, hidroginástica, natação, remo, dança, ginástica aeróbica de baixo impacto etc.), com elevação da freqüência cardíaca a até 75% de sua capacidade máxima.

Nessas condições, a primeira coisa que o organismo faz é lançar mão da glicose, armazenada nos músculos sob a forma de glicogênio. Depois de aproximadamente 30 minutos, quando o glicogênio se esgota, o organismo começa a queimar gordura como fonte de energia.

As dietas restritivas devem ser evitadas. Até porque, exatamente pelo fato de serem desbalanceadas, o organismo se defende espontaneamente delas, fazendo com que, após um período de restrição, a pessoa coma muito mais. O que o indivíduo precisa, isto sim, é buscar uma mudança no estilo de vida, pois os fatores comportamentais desempenham, de longe, o papel mais importante no emagrecimento.

Segure a compulsão

  • Faça um diário alimentar e anote tudo o que você come.
  • Obedeça rigorosamente ao horário das refeições, comendo com intervalos de 4 a 5 horas.
  • Jamais pule refeições.
  • Quando, fora dos horários, surgir a vontade de comer, busque uma alternativa (caminhada, exercícios físicos etc.) que reduza a ansiedade.
  • Antes de cada refeição, planeje o que você vai comer e prepare cuidadosamente a mesa e o prato.
  • Preste a máxima atenção ao ato de comer. Não coma enquanto lê ou assiste televisão.
  • Mastigue bem e descanse o garfo entre cada bocada. Isso ajuda a controlar a ansiedade. Mas é eficiente também porque existem dois mecanismos que promovem a saciedade. Um, de natureza mecânica, atua rapidamente, com o preenchimento do estômago. O outro, mais lento, depende da troca de neurotransmissores no cérebro. Comendo devagar, a pessoa dá tempo para que esse segundo mecanismo funcione.
  • Jamais faça compras em supermercados de estômago vazio, para não encher o carrinho com guloseimas.
  • Não estoque comidas tentadoras (doces, sorvetes, salgadinhos) em casa. Tenha sempre à mão opções saudáveis.
  • Não vá a festas de estômago vazio. Se, chegando lá, você não resistir à tentação de comer alguma coisa, escolha aquilo de que mais gosta e dispense o resto.

sábado, 24 de outubro de 2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

E ainda tem quem diga que obesidade mórbida não é doença!!


Um casal obeso perdeu a guarda dos seus sete filhos na cidade britânica de Dundee, na Escócia, por, segundo os assistentes sociais, eles acham que os pais poderiam colocar em risco o bem-estar das crianças.

A mãe, de 40 anos, tem mais de 145 kg. O pai, de 53, pesa quase 115 kg.

Os assistentes sociais da prefeitura de Dundee intervieram nesta semana. Segundo eles, os pais não têm condições de criar os seus filhos de forma saudável.

'Coração partido"

Em entrevista ao jornal britânico The Times, o pai da família disse que todos estão "de coração partido".

"Eu não consigo dormir, eu não consigo comer. Eu não posso descrever o quão sem poderes estou me sentindo. As crianças também estão arrasadas", disse ele ao jornal.

"Minha mulher foi informada que poderá ficar com o bebê por mais 24 horas, mas que depois disso ela teria que ir pra casa sozinha."

Segundo o jornal, a Prefeitura chegou a desembolsar 114 mil libras (mais de R$ 320 mil) com tratamentos para melhorar os hábitos alimentares da família.

Antes da decisão desta semana sobre todos os sete filhos, a família estava lutando na Justiça para conseguir retomar a guarda dos dois filhos perdida no começo do ano. Ainda não se sabe se eles agora contestarão judicialmente a perda da guarda de todos os filhos.

Na boa, estamos no fim do mundo e ainda existe pessoas que dizem que obesidade não é pioridade!


Chega!!!!

Diga não a obesidade!!!!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Atividade física e transtornos alimentares .



Indivíduos com transtornos alimentares utilizam-se de um arsenal de métodos para controle de peso, incluindo a atividade física excessiva e com prejuízos físicos, sociais e psiquiátricos. Objetivo: descrever os métodos utilizados para controle de peso, com ênfase para a atividade física, em uma amostra de 47 indivíduos com transtorno alimentar (DSM-IV). Método: foram coletados dados sobre métodos para perda de peso, padrão de exercício físico e preocupações com imagem corporal e dieta em indivíduos com transtornos alimentares em serviço especializado, além de dados sobre. Resultados: 69% dos sujeitos tinham diagnóstico de bulimia nervosa e 27,7%, de anorexia nervosa. Os métodos para perda de peso apresentaram-se nas seguintes freqüências: indução de vômito em 80,9%, uso de diurético em 36,2%, uso de laxantes em 74,5% e uso de inibidores de apetite em 55,3%. No total de sujeitos analisados, 42,6% faziam exercício de forma excessiva, onde as taxas para bulimia e anorexia eram de 75% e 61,5%, respectivamente. Entre as razões para a prática de exercício, 63% relataram ser para perder peso, 60,5% para manter ou melhorar a forma física e apenas 26,3% para manter ou melhorar a saúde. Preocupações com peso e imagem corporal precederam o início das atividades físicas. Conclusões: a atividade física excessiva é um comportamento voltado para controle de peso, muito freqüente entre indivíduos com transtornos alimentares. Este padrão excessivo é motivo de preocupação, uma vez que pode acarretar prejuízos psicológicos, sociais e físicos que se somam àqueles comuns aos transtornos alimentares.
Unitermos: Transtornos alimentares, Anorexia nervosa, Bulimia nervosa, Exercício físico excessivo.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Essa sou eu parte 2. rs

Essa sou eu...

Na realidade qd pensei na gastroplastia eu não sabia quase nada sobre a cirurgia. Escrevi ontem as 3 pessoas que foram os anjos na minha vida, mas desdo o início tive a certeza de que essa seria a única solução de tentar ser igual e isso mexeu muito comigo.

Lembro-me que conversava muito com pessoas sobre a cirurgia, mas sempre incentivando e não falando quase nada da parte técnica , até que um dia entrou um senhora no meu orkut e me arrasou, dizendo que eu incentivei a irmã dela à realizar a cirurgia e a mesma havia morrido. Foi a primeira vez na minha vida que tive dúvida se iria continuar a levantar a bandeira: Diga não a Obesidade!
Bem, depois de dias deprimida em uma cama, levantei, ergui a cabeça e tive a certeza do que queria.
Hoje, depois de 3 anos e 6 meses, pesquiso muito para postar aqui nesse blog, que diga se passagem não é nenhum blog técnico ( todos os dias, algo muda na cirurgia ), pelo amor de Deus, só falta entrar outra irmã no blog me arrasando. rsrs
Eu sei pq realizei a cirurgia, pq levanto a bandeira da gastroplastia, pq quando se tem FÉ, se tem a certeza do que quer, e acredita num DEUS vivo, vc não tem medo de nada na vida!
No último minuto do segundo tempo, ELE te dará a resposta.
Nunca é tarde para se ser feliz!!


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Considerações sobre gravidez após cirurgia bariátrica: Evidências atuais e recomendações


Os autores desse artigo de revisão abordam os seguintes aspectos em mulheres submetidas à cirurgia bariátrica: o aumento da fertilidade pós-operatória, a suplementação nutricional, segurança da gravidez após cirurgia bariátrica e efeito da gravidez sobre a perda de peso pós-operatória. As mulheres em idade reprodutiva correspondem a quase 50% dos pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. As cirurgias disabsortivas, restritivas ou tipo diversão pancreática podem levar a deficiências de ferro, cálcio, tiamina e a má absorção de gorduras, vitaminas lipossolúveis e vitamina B12.
Devido a essas deficiências, em teoria, tanto a mãe como o feto estão sujeitos a doenças como parto prematuro, baixo peso do feto ao nascer, osteomalacia materna, retardo mental do feto e defeitos do tubo neural. As mães submetidas a cirurgia de Capella podem apresentar obstrução intestinal devido à compressão intestinal causada pelo útero em crescimento. Foram descritos na literatura nove casos de morte por obstrução intestinal por esta causa. Sheiner et al. estudaram 298 partos em pacientes anteriormente submetidas à cirurgia bariátrica em Israel, não sendo descritas má formação ou qualquer outra anormalidade nessas crianças ao nascimento. Outros autores recomendam que a gravidez ocorra pelo menos um ano após a cirurgia, pois esse é o período de maior perda de peso e, portanto, a gravidez pode ser prejudicial à mãe e ao feto.
Em conclusão, os autores sugerem as seguintes recomendações a mulheres em idade reprodutiva submetidas à cirurgia bariátrica:
a) promover algum método contraceptivo nos primeiros 12 a 18 meses após a cirurgia;
b) acompanhamento nutricional e suplementação vitamínica no pós-operatório;
c) suplementação vitamínica diária durante a gravidez, além da suplementação de ferro, cálcio e proteínas (60 g diárias);
d) ficar atento ao risco de obstrução intestinal na mãe durante a gestação, sendo que a tomografia pode ser útil no diagnóstico;
e) acompanhar rigorosamente as alterações do peso da paciente tanto durante a gravidez como no pós-parto;
f) esclarecer os obstetras sobre o alto risco da gravidez nessas pacientes submetidas à cirurgia bariátrica.

Comentário
A gravidez de pacientes submetidas à cirurgia bariátrica preocupa muito o médico que as acompanha. As recomendações sugeridas pelos autores nos parecem muito úteis e de bom senso e devem ser aplicadas nessas pacientes. Achamos, no entanto, que o assunto está longe de ser encerrado, havendo a necessidade de mais estudos a respeito. Enquanto isso não acontece, recomendamos que todas as mulheres jovens que tenham a pretensão de se submeter à cirurgia bariátrica devam ser alertadas sobre os riscos da gravidez no pós-operatório, tanto no que se refere à mãe quanto ao feto.

Referência:


Beard JH, Bell RL, Duffy AJ. Reproductive considerations and pregnancy after bariatric surgery: current evidence and recommendations. Obes Surg. 2008;18:1023-7.


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Bem, estou afastada do blog por alguns dias e mais uma vez excluiram meu orkut, foi a quarta vez, com esse orkut eu tentava esclarecer algumas coisas sobre a gastroplastia pois tenho muito prazer e orgulho em ajudar aqueles que estão tentando tirar algumas dúvidas sobre a gastroplastia e muito orgulho em dizer que sou gastroplastizada. Não vou mais fazer nehum orkut, mas estarei sempre presente através do blog e estando mais perto de vcs.
Jamais poderia me comparar a 3 pessoas que para mim, foram as pessoas que tiveram muita responsabilidade na minha felicidade de hoje, eu não tenho 1% de bagagem que essas 3 pessoas têm: Lú Coelho, Antônio Pinto e Denise Guesuatto.
Hoje só quero desejar feliz dia das crianças e se vc não é mais crianças tente agir como uma criança, sempre sincera e com uma pureza inesplicavél.


Beijos

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Obesidade- Do preconceito aos porquês


Um dos grandes problemas enfrentados pelos obesos nos dias de hoje, além dos já citados com relação às doenças, é a discriminação criada pela visão estética do apelo social "dito" moderno. A moda, a mídia e tudo o mais é, na atualidade voltada ao corpo escultural. Como isso, o gordinho acaba sendo visto como uma pessoa preguiçosa, que não gosta de fazer exercício e está acima do peso porque quer gerando um certo preconceito.
Muitas vezes os problemas começam na escola, nas brincadeiras exigindo agilidade onde os gordinhos têm naturalmente mais dificuldades. Não obstante a isso, os apelidos de mau gosto costumam ser as primeiras barreiras a serem enfrentadas. Nesse caso, cabe aos profissionais da Educação contornar isso sendo esse também o papel da escola. Na educação física por exemplo, cabe aos professores estimular também brincadeiras onde os gordinhos levam vantagem e não apenas "botar" a criançada pra jogar bola todo dia ou ensinar apenas as modalidades esportivas de sua preferência estritamente pessoal. Pelo menos até onde vai o meu conhecimento, o papel da escola não é formar atletas.
Do outro lado da história está a indústria da obesidade pronta para faturar com as dietas da moda, lipoaspiração, ginástica passiva, eletroestimulação, eletroforese e muito mais. Todos esses métodos têm funções bem específicas porém, o enfoque a eles atribuídos é que em muitos casos chegam ser uma propaganda enganosa. "Gaste calorias sem fazer força". "Dez minutos eqüivalem a mil abdominais".Depois que há alguns anos foi lançado o livro com o título "Só é gordo quem quer", o contexto dessa frase ficou ainda mais enraizada e hoje basta entrar numa livraria qualquer para encontrar uma infinidade de títulos direcionado, a fisgar o bolso do gordo. Com isso, as pessoas com dificuldades naturais de emagrecer e não conseguindo sucesso, após a cada tentativa frustrada vem um período psíquico muito ruim acompanhado de uma fuga na comida e, uns quilinhos a mais.

Obesidade X Emprego.


Os problemas causados pelo excesso de gordura corporal parecem ir além daqueles tão conhecidos, como problemas cardíacos, diabetes, hipertensão arterial, derrame, depressão e vários outros.Uma pesquisa realizada com aproximadamente 30 mil executivos e empresários revela que 65% deles têm alguma restrição para contratar pessoas obesas. Os principais motivos para esse fato são:1- As empresas gostam de passar uma imagem de que se preocupam com a saúde dos seus funcionários, e como sabem que a obesidade é uma doença elas deixam de contratar pessoas com esse perfil;2- Os obesos têm mais dificuldade em acompanhar os magros quando as tarefas exigem agilidade e habilidade;3- E o principal para as empresas é que os obesos apresentam maiores chances de ficarem doentes e por isso faltam mais o serviço para irem ao médico e faltam mais ao serviço.Então vale a dica: Isso vale para todos e não apenas para quem já está obeso. Não devemos nos preocupar somente quando já estivermos com o problema, a prevenção continua sendo o melhor remédio. Portanto, se você não é obeso esforce-se para continuar assim, cuidando da sua alimentação e fazendo exercícios físicos na maioria dos dias da semana! Se você já está obeso e quer mudar, vá atrás do seu objetivo, procure ajuda profissional de Nutricionista e professor de Educação Física qualificados. Veja bem, você ESTÁ obeso, você não precisa SER obeso por toda a sua vida...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Fome e Saciedade.


Respeitar o tempo entre uma refeição e outra é nosso principal aliado para sentirmos 'uma fome normal'.

Há uma crença equivocada de que a sensação de fome está alterada nas pessoas que comem muito e/ou que são obesas. Com efeito, muitas delas buscam ajuda médica, desejosas de tomarem algum medicamento que diminuam a fome.

A crença é de que essas pessoas têm mais fome do que aquelas que comem menos, o que é um grande equívoco, pois as pessoas que comem em demasia têm na realidade uma grande falha nos sinais de saciedade. Ou seja, comem e, por não se sentirem saciadas, continuam comendo. Por conseqüência, continuam engordando.

É natural e corriqueira a ligação de fome à ansiedade. Nesses casos, comemos automaticamente ou regidos por impulso. Invariavelmente, a preferência recai sobre os alimentos que as pessoas mais gostam, que causam prazer.

Para esses casos, é equivocada a utilização de medicamentos para abolir a fome, já que as pessoas continuam a comer compulsivamente guloseimas e a beliscar, passando a abolir o que é mais importante, as refeições básicas. Além da ansiedade, a fome está associada às alterações do humor.

São encontrados quadros de depressão, em que os pacientes aumentam muito o consumo de alimentos, mas os casos mais graves estão relacionados à total inapetência e perda de peso.

Essas formas de doenças mentais que influenciam os sinais de fome e saciedade revelam claramente o perfil anormal do apetite e sua nítida diferença das formas normais de fome.

O ganho de peso e obesidade estão relacionados muito mais com sinais de saciedade comprometidos do que com fome excessiva; precisamos treinar alternativas para melhorar nossa saciedade. Veja a seguir algumas recomendações úteis.

Coma devagar - os sinais de saciedade são exercidos por substâncias químicas liberadas pelas células do trato digestivo que, como hormônios, são liberados na corrente sangüínea e alcançam os centros cerebrais que regulam fome e saciedade. Assim, quando comemos muito rápido, simplesmente não damos tempo para que isso ocorra.

Intervalos regulares - ao pular uma das refeições, passamos em torno de seis horas sem nos alimentar e isso simplesmente inviabiliza uma próxima refeição normal. Quem come a cada três horas consegue ter saciedade mais precoce e reduzir o volume das refeições diárias.

Refeições balanceadas - nada de abolir os carboidratos do jantar, nem de comer somente salada e grelhado no almoço, mas também nada de comer apenas carboidratos. A composição balanceada de uma dieta melhora o tempo de digestão e absorção dos alimentos.

Ricos em fibras - vale a pena priorizar os alimentos que contêm fibras em sua dieta. Eles reduzem o esvaziamento gástrico, aumentando assim o tempo de saciedade após a refeição.

Pouca quantidade - Evite refeições volumosas, pois elas condicionam a saciedade a uma ingestão sempre de grande volume de alimentos, fazendo com que só nos sintamos satisfeitos quando nosso estômago estiver muito cheio.

Saladas - quando partimos diretamente para o prato principal, ingerimos um maior volume de alimentos. A saciedade depende também do volume do alimento. As saladas, além de ricas em fibras, aumentam o volume do bolo alimentar e reduzem parte da fome com a qual iniciamos o prato principal.

Treino e equilíbrio - é preciso exercitar o equilíbrio e a calma ao fazer as escolhas alimentares e, assim, se sentir saciados com elas.

Sem "beliscar" - comer pequenas porções de alimento, várias vezes ao dia, compromete a saciedade, pois quem tem esse comportamento nunca tem fome suficiente para comer uma refeição, mas também nunca está totalmente sem fome para recusar guloseimas.

Doces, não - o comportamento de trocar refeições por doces resulta em desnutrição por falta dos alimentos básicos e fome crônica, uma vez que os doces são rapidamente absorvidos e elevam a produção de insulina muito rapidamente.

Não coma sem estar atento ao alimento - evite comer na frente do computador, assistindo TV ou estudando. Ao não observarmos o que e o quanto comemos, grandes volumes são ingeridos sem a percepção da saciedade.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Eu quero, eu posso, eu consigo.


Há uma energia dentro de nós que impulsiona para realizarmos o que queremos: ela se chama " força de vontade ". É a decisão firme que uma pessoa toma de alcançar um objetivo, com todo o seu empenho, mesmo que seja algo extremamente difícil ou até que pareça impossível aos olhos do mundo. Quem tem força de vontade enfrenta sem receio os problemas e dificuldades, e a cada passo essa energia vai crescendo e fortalecendo até tornar-se inquebrável.
Existem pessoas que querem muito uma determinada coisa, mas quando se deparam com os obstáculos, desanimam. Outras, jamais desistem, elas focam seus objetivos e nada as tira do caminho.
O grande jogador " Magic " Johnson, por exemplo, quando adolescente, foi excluído de um time de basquete, pois o técnico dizia que ele não jogava nada! Homens notáveis como Albert Eisnstein e Tomas Edson foram chamados de " burros " e idiotas por seus professores. No final, essas pessoas trinfaram e os professores e treinadores é que ficaram desmoralizados.
Assim como eles, várias pessoas que foram rejeitadas ou que viram as coisas dando errado, acreditaram que venceriam e, no final, conseguiram. Elas pensaram: " EU QUERO, EU POSSO EU CONSIGO ! " e foram em frente. Elas não desistiram, lutaram sempre, perseveraram, não abaixaram a cabeça , focaram um objetivo e o perseguiram. Ou seja, tiveram força de vontade.
Quem tem força de vontade sabe que, mesmo na crise, seus esforços darão frutos. Então, confie em Deus e comece a acreditar: " EU QUERO, EU POSSO, EU CONSIGO! ".

Isso acontece muito com as pessoas que almejam a gastroplastia o quanto antes, nunca desista de seus sonhos, lembre-se sempre: EU QUERO, EU POSSO, EU CONSIGO!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Desafio.


Meu orkut sobre gastroplastia foi excluido por denúncia, fico impressionada como até no mundo virtual qd se quer ajudar é uma guerra, assim como na vida. A vida também é uma guerra temos todos os dias que lutar com muita determinação e acreditar naquilo que realmente desejamos.
Não vou desistir, mesmo que eu tenha que todos os dias fazer um novo perfil, talvés para alguns isso incomode, mas para muitos outros seja muito importante e esclarecedor.
Não posso negar que existe um desconforto com uma atitude tão cruel como essa, mais volto a repetir, a vida é uma GUERRA!!

Cada um de nós tem desafios diferentes. A vida é feita de desafios diários.
Para quem não dispõe de movimentos nas pernas, transportar-se da cama para a cadeira de rodas, a cada manhã, é um desafio.
Para quem sofreu um acidente e está reaprendendo a andar, o desafio está em apoiar-se nas barras, na sala de reabilitação, e tentar mover um pé, depois o outro.
Para quem perdeu a visão, o grande desafio é adaptar-se à nova realidade, aprendendo a ouvir, a tatear, a movimentar-se entre os obstáculos sem esbarrar. É aprender um novo alfabeto, é ler com os dedos, é adquirir nova independência de movimentos e ação.
Para o analfabeto adulto, o maior desafio é dominar aqueles sinais que significam letras, que colocados uns ao lado dos outros formam palavras, que formam frases.
É conseguir tomar o lápis e escrever o próprio nome, em letras de forma. É conseguir ler o letreiro do ônibus, identificando aquele que deverá utilizar para chegar ao seu lar.
Cada qual, dentro de sua realidade, de sua vivência, apontará o que lhe constitui o maior desafio: dominar a técnica da pintura, da escultura, da música, da dança.
Ser um ás no esporte. Ser o primeiro da classe. Passar no vestibular. Ser aprovado no concurso que lhe garantirá um emprego. Ser aceito pela sociedade. Ser amado.
Para vencer um desafio é preciso ter disciplina, ser persistente, ser diplomático, saber perdoar-se e perdoar aos outros.
É ser otimista quando os demais estão pessimistas. Ser realista quando os demais estão com os pensamentos na lua. É saber sonhar e ir em frente.
É persistir, mesmo quando ninguém consiga nos imaginar como um prêmio Nobel de Química, um pai de família, um professor, prefeito ou programador.
Acima de tudo, o maior desafio para deficientes, negros e brancos, japoneses e americanos, brasileiros e argentinos, para todo ser humano, é fazer.
Fazer o que promete. Dar o primeiro passo, o segundo e o terceiro. Ir em frente.
Com que frequência se escutam pessoas dizendo que vão fazer regime, que vão estudar mais, que vão fazer exercício todo dia, que vão ler mais, que vão assistir menos televisão, que vão...
Falar, reclamar ou criticar são os passatempos mais populares do mundo, perdendo só, talvez, para o passatempo de culpar os outros pelo que lhe acontece.
Então, o maior desafio é fazer. E não adianta você dizer que não deu certo o que pretendia porque é cego, ou porque é negro, ou porque é amarelo, ou porque você é brasileiro. Ou porque mora numa casa amarela. Ou porque não teve tempo.
Aprenda com seus erros. Quando algo não der certo, você pode tentar de maneira diferente. Agora você já sabe que daquele jeito não dá.
Você pode treinar mais. Você pode conseguir ajuda, pode estudar mais, pode se inspirar com sábios amigos. Ou com amigos dos seus amigos.
Pode tentar novas idéias. Pode dividir seu objetivo em várias etapas e tentar uma de cada vez, em vez de tentar tudo de uma vez só.
Você pode fazer o que quiser. Só não pode é sentir pena de si mesmo. Você não pode desistir de seus sonhos.

* * *

Problemas são desafios. Dificuldades são testes de promoção espiritual.
Insucesso é ocorrência perfeitamente natural, que acontece a toda e qualquer criatura.
Indispensável manter o bom ânimo em qualquer lugar e posição.
O pior que pode acontecer a alguém é se entregar ao desânimo, apagando a chama íntima da fé e caminhar em plena escuridão.
Assim, confia em Deus, e, com coragem, prossegue de espírito tranquilo.

Obs: Se precisar envie um e-mail: aurea.bekman@gmail.com
Mas seu IP será identificado.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Depressão e Obesidade.


Difícil saber quando um quadro leva a outro, mas tem como descobrir analisando alguns sinais que a psicologia mostra.

É muito difícil saber com clareza se é a obesidade que provoca a depressão ou a depressão a obesidade. Estudos relatam que ambos os transtornos estão muito interligados. Tanto para depressão quanto para a obesidade existem diversos fatores emocionais e sociais que estão envolvidos e provocam muito sofrimento. O mais comum é encontrarmos pessoas, principalmente jovens pré-adolescentes e adolescentes entrando na fase adulta, em que o excesso de peso e a baixa auto estima contribuem para uma depressão.

Ilusão. É a palavra que define o que é comer por impulso. A pessoa que come compulsivamente está colocando no alimento uma série de fantasias e emoções que a leva a pensar que o alimento é o único responsável que irá preencher o seu vazio existencial.

Para que haja uma melhora na qualidade de vida da pessoa que come de maneira descontrolada, é necessária ajuda profissional. Regimes e dietas, muitas vezes, acabam se tornando outro ato compulsivo e não um tratamento adequado.

Viver hoje em grandes metrópoles está contribuindo para o surgimento de muitos outros malefícios que antigamente não existiam, como Síndrome do Pânico, Ansiedade, Bulimia e Anorexia, por exemplo.

A alimentação pode vir a ser um fator de grande importância na vida de uma pessoa ao ponto de causar muito sofrimento psíquico, fazendo com que ela se isole do convívio familiar ou social, além de colaborar com muitos outros transtornos em sua vida afetiva, e, até mesmo, profissional. Quando isso acontece é sempre importante que a pessoa procure ajuda de um profissional. Fazer regimes ou dietas por conta própria nunca é aconselhado.

Pesquise muito antes de optar pela gastroplastia.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Ameixa.




Tipos

Há uma grande variedade, que apresentam diversas formas, cores e tamanhos.

Características

Várias outras frutas pertencem também à mesma família (rosáceas), tais como: - amêndoa amarela; - nêspera; - morango; - maçã; - damasco; - cereja; - pêssego; - pêra; - framboesa.

Dicas para consumo

Pode ser usada ao natural, quando frescas, em saladas de frutas, em diversos pratos doces, principalmente, quando secas (caldas, bolos, compotas, musses, geléias, pudins, etc.) e salgados (assados, com arroz e outros), vitaminas, sorvetes, licores, aguardente e enlatadas, em calda.

Observação

Há pessoas que têm reações alérgicas à ameixa (bem como ao damasco, à amêndoa, ao pêssego e à cereja – frutas da mesma família). Há outras que são alérgicas à aspirina, que também não devem consumir esta fruta. Normalmente, não deve ser comida em grande quantidade, devido á possibilidade de envenenamento, causado por uma substância chamada amigdalina.

Composição

Fibras (celulose e pectina), Vitaminas (B1, B2, Caroteno, pró-vitamina A, C), Sais minerais (potássio, cálcio, fósforo, ferro), Proteínas, Lipídios, Diversos óleos.

Valor calórico

Em cada 100 gramas: Frescas = 50 kcal; Secas = 170 kcal.

Indicações Terapêuticas

Como laxante

Devido à grande quantidade de fibras em sua composição, principalmente, quando é ingerida a ameixa seca - tomar a ¨água de ameixas¨, procedendo assim: deixar de molho, durante a noite, algumas ameixas e, de manhã, tomar a água e comer as ameixas.

Anemia

Por ser rica em ferro (em 100 gramas, tem 3,5 miligramas)

Aterosclerose

Usar a ameixa fresca, rotineiramente, para amenizar o processo degenerativo.

Bronquite

Deve-se usar a ameixa fresca e ameixa cozida. Misturar mel e própolis ao caldo do cozimento da ameixa, e tomar uma colher das de sopa, de hora em hora

Resfriado

Tirar a casca de algumas ameixas secas e assar no forno. Quando estiverem bem duras, moer bastante. Acrescentar uma colher das de sopa do pó a uma xícara de água quente.

Depois pingar algumas gotas de suco de limão, adoçando com mel e tomar bem quente.

Tosse

Tomar a mesma preparação indicada para o resfriado, aos goles, sendo aconselhável fazer gargarejos com esse líquido.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Metabolismo.

Existem várias maneiras naturais de aumentar a taxa de metabolismo do corpo. O metabolismo é exigido pelo organismo para sobreviver, pois é um processo de vida que transforma os nutrientes em energia que o corpo usa para suas funções cotidianas. É por causa do metabolismo, temos energia para andar ou falar.
Além disso, o metabolismo é requerido pelo corpo para o processo de cura, de reparação dos tecidos, combate a doenças e aumento da imunidade.
Há vários fatores que afetam o metabolismo do corpo, e estas incluem nutrição, atividade física, alimentação saudável, água e até mesmo o nosso próprio tipo de corpo e estrutura óssea. Se uma pessoa é muito obesa, então a taxa de metabolismo seria baixo. Um tecido muscular necessita de mais calorias para a manutenção de um tecido adiposo. A taxa de metabolismo elevado ajuda a converter o tecido adiposo no tecido muscular. Portanto, é fácil compreender que as pessoas com um bom corpo muscular e terá uma maior taxa de metabolismo.
Algumas das maneiras naturais de impulsionar o metabolismo se exercitando e comendo alimentos saudáveis que ajudam a impulsionar o processo. Há vários exercícios, como musculação, exercícios cardiovasculares, e outros exercícios que ajudam a impulsionar o metabolismo naturalmente. Exercícios aeróbicos quando realizada pelo menos 3 vezes por semana ajuda a aumentar a taxa de metabolismo. Ele não tem que ser longa e tão pouco como 20 minutos por dia pode ajudar a aumentar a taxa de metabolismo. Outros exercícios são corrida, caminhada, ciclismo, natação e corrida. Estes são os exercícios intensivos que ajuda a queimar mais calorias e aumentar gradualmente o metabolismo.

Fast-food e obesidade | Mundo do Marketing.

Sente-se na porta de um fastfood e faça um exercício de observação de pelo menos uma hora. É inevitável não fazer uma relação direta com a obesidade. Por um lado isso não é uma questão de preconceito, é uma questão de saúde global, mas por outro é uma questão de liberdade de escolha. Cada um veste o número de roupa que bem entende.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Seja sempre humilde.

Durante meu primeiro ano da faculdade, nosso professor nos deu um questionário.
Eu era boa aluna e respondi rápido todas as questões até chegar a última:
"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?".
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
"É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.
Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era D. Maria.

Obs.: Você pode e deve ser importante, mas o mais importante é o respeito ao próximo e o valor que você dá aos humildes.

A vida melhora imensamente quando você pára de deixar as coisas acontecerem e passa a fazer as coisas acontecerem.
Ao invés de ser uma vítima, seja alguém que faz.
Ao invés de procurar alguém para culpar, procure pelo que você pode fazer. Ao invés de perguntar:
"Por que isso aconteceu comigo?", pergunte "O que posso fazer?"
Estabeleça suas prioridades e concentre-se em seus
objetivos.
Nenhuma situação pode lhe derrotar quando você vive com determinação. As coisas que lhe acontecem têm uma importância menor ao lado do que você pode fazer com elas.
Seu senso de direção, seu foco, seu comprometimento e ação eficaz guiarão você em qualquer situação, não importa o que aconteça.
Seja responsável – nos seus pensamentos, suas palavras, suas crenças, suas ações – pelas coisas que acontecem, e elas serão muito mais ao seu gosto. Faça a vida acontecer e ela acontecerá para você também.

Acredite no seu sonho.


Não importa o que é o mundo,
o importante, são os seus sonhos.
Não importa o que você é,
o importante é o que você quer.
Não importa onde você está,
importa onde você quer chegar.
Não importa o porquê,
o importante é vc querer.
Não importam suas mágoas,
o importante mesmo são suas alegrias.
Não importa qtas vezes tentou.
O passado?
Guarde na sua lembrança.
Nunca pense em julgar.
Não veja, apenas olhe.
Não escute, apenas ouça.
Não toque, sinta.
Acredite naquilo que quiser.
E, não adianta sonhar,
se você não lutar.
O mundo é um espelho.
Não seja só o seu reflexo
só acreditando num futuro.
Você conseguirá a paz
para alcançar seus sonhos.


Seja forte e carajoso, esse é o segredo.

domingo, 20 de setembro de 2009

Homens emagrecem mais fácil que mulheres .

Mulherada amiga, está comprovado: eles têm maior facilidade de perder peso do que a gente! A verdade é que fatores como sexo e idade influenciam muito nos resultados obtidos com a malhação e o regime.

A partir dos 25 anos, o corpo começa a perder massa muscular, o que dificulta a queima de calorias. Isso porque, com o envelhecimento, a quantidade de energia que a gente precisa para sobreviver vai diminuindo. Dessa maneira, é claro que fazer exercício ajuda o nosso corpo a continuar queimando mais calorias e, com isso, é possível evitar o ganho de peso com o avançar da idade e os inevitáveis processos adaptativos do nosso corpo.

Como pode ser visto, nessa luta entre o metabolismo e a idade, os homens são mais beneficiados porque eles têm um hormônio em maior quantidade que a mulher: a testosterona. É ele que faz com que o músculo de todo corpo cresça de forma mais acentuada e, com isso, atue na queima de energia de maneira mais efetiva.

sábado, 19 de setembro de 2009

Quais documentos são necessários para fazer a gastroplastia?


Terão que passar pelos seguintes médicos:

Cirurgião bariátrico (ele vai fazer um pedido do médico da cirurgia, contendo um resumo da história do paciente, existência ou não de patologias correlatadas, peso, altura, IMC, técnica cirúrgica proposta, materiais especiais a serem utilizados);

Endocrinologista ou clínico (ele vai fazer um relatório do contendo os tratamentos efetuados, bem como o tempo de tratamento e seus resultados);

Cardiologista (ele vai fazer um relatório médico afastando cardiopatias e coagulopatias que contra-indiquem o procedimento);

Psiquiatra (ele vai fazer um relatório contendo aptidão para ser submetido à cirurgia – informando a presença ou ausência de psicopatias graves – bem como as conseqüências que podem ser promovidas pela cirurgia);

Psicopatas:

No entanto, costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança. Com freqüência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio. Os psicopatas não sentem culpa. Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas. Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos.

Depoimento.


Oi, me chamo Meire Marcia, tenho 114 Kg, sempre fui gordinha e já passei como todos vcs vergonha e humilhações por conta da obesidade.
Sempre lutei para mudar isso em minha vida. Esse ano comecei a sentir muitas coisas estranhas que nunca havia sentido devido à obesidade, mas em momento algum achei que essas coisas acontecessem devido ao excesso de peso. Foi quando então resolvi ir a um clínico e o mesmo me passou vários exames e por incrível que pareça os mesmos deram NORMAIS!!, porém minha pressão subia de forma absurda sempre acompanhada de taquicardia e falta de ar. Foi quando então passei a ter medo da MORTE ( coisa que nunca tive antes ).
Comecei a pesquisar sobre a obesidade e as comorbidades que poderiam estar associadas à ela e pude ter a certeza de que esse era o meu problema.
Busquei mais profundamente sobre o assunto pesquisando cada dia mais, olhando fotos e relatos de pessoas que já haviam se submetido a cirurgia de gastroplastia e me dando conta de que eu tb poderia passar pelo tal procedimento e ser feliz ( sem doenças ) com essa mesma técnica. Confeço que sempre tive a curiosidade não só de saber do antes e depois das pessoas, mas curiosidades do tipo: se doia, como era o pós recente e o pós a longo prazo da cirurgia e etc.
Posso afirmar aqui que a Aurea Bekman foi a pessoa que mais me esclareceu sobre o assunto e sempre, incansavelmente me ajudou com todas essas minhas dúvidas me orientando e apoiando a minha decisão. Mulher guerreira e formidável!!
Bem... me informei sobre hospitais que faziam a cirurgia em minha cidade e então com toda força e garra fui buscar meu sonho que mudaria minha vida. Consegui marcar a primeira palestra e nesse mesmo dia passei muito mal, minha pressão subiu e tive muita falta de ar e como de se esperar, perdi a palestra... mas não desisti! Não consegui marcar outra pois a procura é muito grande.
Como entreguei minha vida a DEUS e tudo peço direção a ELE, em uma das minhas orações me veio um sinal para ir a um programa de TV e tentar ali minha tão sonhada GASTROPLASTIA.
Confesso que surgiram várias coisas que poderiam me fazer desistir mas insisti e fui a diante, parei em endereço errado, me perdi para chegar no programa, mas não dei o "braço a torcer" pois com minha fé tinha certeza que estava no caminho certo e iria vencer!!
Bem... galera, resumindo a minha história, fui a consulta no dia 09 de setembro, estou correndo atrás dos exames e em nome do SENHOR JESUS eu vou conseguir em breve a minha GASTROPLASTIA!!
Podem ter a certeza de que assim que estiver com a data da cirurgia avisarei à todos para que juntos oremos pelo meu sonho!!

OBS.: Essa minha luta incessante se deu início em 13/08/09 e preciso dizer a todos que por um motivo ou outro ainda não operaram, que não desistam de seus sonhos!! Deus e a nossa saúde em primeiro lugar!!
Um grande beijo à todos ,

Meire Marcia

quinta-feira, 17 de setembro de 2009


Hoje estou muito cansada, muitas coisas ao mesmo tempo, sem saco no popular, só passei para dar uma boa noite a todos que passam por aqui a procura de alguma resposta,
Amanhã estarei renovada.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Cirurgia bariátrica e alcool.


Psicoterapeuta - CRP 38932 - Mestre em Psicologia Social PUC de São Paulo, autor do livro "Magro. E agora? Ed. Vetor". Sócio-fundador da ONG Casa do Cuidar

As pessoas que sofrem cirurgia de bypass gástrico (na qual o estômago é reduzido a no máximo 20%, com sua parte superior separada e grampeada horizontalmente) se embriagam mais rapidamente e demoram mais para voltar ao estado de sobriedade, segundo um estudo de cientistas da Universidade de Stanford. O grupo afirma que o procedimento cirúrgico, cada vez mais comum para combater a obesidade, intensifica os efeitos do álcool. A pesquisa foi inspirada pela apresentadora de TV Oprah Winfrey, contou John Morton, professor-assistente de cirurgia em Stanford e que realizou mais de 100 mil procedimentos desse tipo. Morton foi entrevistado por Winfrey no ano passado para discutir os efeitos da cirurgia e teve a atenção despertada para a preocupação da audiência em relação ao álcool. "Ouvi a piada de que um paciente bebeu um copo de vinho e foi preso por dirigir bêbado, mas quis saber se realmente havia uma diferença entre o antes e o depois da cirurgia", explicou. Para medir os efeitos do álcool, os cientistas deram um pouco de vinho tinto para 19 pacientes operados e 17 pessoas que não passaram pela cirurgia. Depois foi medido o nível de álcool a cada cinco minutos. Os pacientes operados chegaram a um pico alcoólico na respiração de 0,08% comparado com o outro grupo, cujo nível máximo foi de 0,05%. Nos Estados Unidos não se pode dirigir com um nível de álcool igual ou superior a 0,08%. Os pacientes com bypass também levaram mais tempo para voltar ao nível zero de álcool --cerca de 108 minutos em média, contra os 72 minutos do outro grupo. A cirurgia também altera a maneira com que se metaboliza o álcool, segundo o estudo, que foi apresentado na reunião anual da sociedade americana de cirurgia bariátrica (American Society for Bariatric Surgery). Quase 150 mil americanos passam por esse tipo de cirurgia por ano.