quinta-feira, 17 de setembro de 2009


Hoje estou muito cansada, muitas coisas ao mesmo tempo, sem saco no popular, só passei para dar uma boa noite a todos que passam por aqui a procura de alguma resposta,
Amanhã estarei renovada.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Cirurgia bariátrica e alcool.


Psicoterapeuta - CRP 38932 - Mestre em Psicologia Social PUC de São Paulo, autor do livro "Magro. E agora? Ed. Vetor". Sócio-fundador da ONG Casa do Cuidar

As pessoas que sofrem cirurgia de bypass gástrico (na qual o estômago é reduzido a no máximo 20%, com sua parte superior separada e grampeada horizontalmente) se embriagam mais rapidamente e demoram mais para voltar ao estado de sobriedade, segundo um estudo de cientistas da Universidade de Stanford. O grupo afirma que o procedimento cirúrgico, cada vez mais comum para combater a obesidade, intensifica os efeitos do álcool. A pesquisa foi inspirada pela apresentadora de TV Oprah Winfrey, contou John Morton, professor-assistente de cirurgia em Stanford e que realizou mais de 100 mil procedimentos desse tipo. Morton foi entrevistado por Winfrey no ano passado para discutir os efeitos da cirurgia e teve a atenção despertada para a preocupação da audiência em relação ao álcool. "Ouvi a piada de que um paciente bebeu um copo de vinho e foi preso por dirigir bêbado, mas quis saber se realmente havia uma diferença entre o antes e o depois da cirurgia", explicou. Para medir os efeitos do álcool, os cientistas deram um pouco de vinho tinto para 19 pacientes operados e 17 pessoas que não passaram pela cirurgia. Depois foi medido o nível de álcool a cada cinco minutos. Os pacientes operados chegaram a um pico alcoólico na respiração de 0,08% comparado com o outro grupo, cujo nível máximo foi de 0,05%. Nos Estados Unidos não se pode dirigir com um nível de álcool igual ou superior a 0,08%. Os pacientes com bypass também levaram mais tempo para voltar ao nível zero de álcool --cerca de 108 minutos em média, contra os 72 minutos do outro grupo. A cirurgia também altera a maneira com que se metaboliza o álcool, segundo o estudo, que foi apresentado na reunião anual da sociedade americana de cirurgia bariátrica (American Society for Bariatric Surgery). Quase 150 mil americanos passam por esse tipo de cirurgia por ano.

Chiquinho Scarpa tem alta. ( entrevista com a Folha )


FOLHA – Como é voltar para casa?
CHIQUINHO SCARPA – Depois de ter sofrido cinco operações e ter recebido a extrema-unção duas vezes, nada melhor do que estar em casa.

FOLHA – Extrema-unção?
SCARPA – É verdade. Fui dado como clinicamente morto duas vezes, então minha família chamou o padre Gonçalo uma vez e, na segunda, para não repetir o padre, chamaram um da igreja Nossa Senhora do Brasil.

FOLHA – Como é acordar depois de 45 dias em coma?
SCARPA – Você acorda completamente dopado. Eu voltei a raciocinar faz uns quatro, cinco dias. Com o fato de eu ter deitado há muito tempo, os músculos desaparecem. Minha grande sorte é que sou faixa-preta em aikidô. Tenho uma vida esportiva muito rígida. O meu pessoal [dos treinos da arte marcial] é que dá aula para o GOE (Grupo de Operações Especiais da polícia de São Paulo). Agora já mexo as mãos, os braços. Só faltam as pernas, por isso tenho que exercitá-las todos os dias

FOLHA – Já leu reportagens sobre sua internação?
SCARPA – Como eu não estou articulando bem a vista, não li nenhuma notícia ou cartas. Mas, quero responder a todos [os que lhe escreveram] de próprio punho.

FOLHA – O que causou a complicação da cirurgia?
SCARPA – A operação do estômago foi um sucesso. Quando cheguei aqui em casa, os pontos do estômago romperam e voltei para o hospital Sírio-Libanês. Peguei todas as bactérias possíveis e imagináveis. Tem uma bactéria muito rara que só três pessoas no mundo pegaram e eu fui a quarta pessoa. A gozação lá no Sírio-Libanês era essa: “Até isso você faz diferente”. Fui cuidado por uma equipe de 12 médicos, todos de primeira.

FOLHA – Faltaram cuidados no pós-operatório?
SCARPA – Falam que eu me descuidei, mas não dava nem tempo, porque cheguei da operação à tarde e, à noite, eu voltei para o hospital. Nem dormi.

FOLHA – A cirurgia de redução de estômago era mesmo necessária?
SCARPA – Eu engordei muito. Estava com 118 kg, o que é muito para 1,71 m de altura. No hospital, perdi líquido, e saí pesando 102 kg. Mas acho que não emagreci [em gordura]. Quero chegar aos 80 kg. Disseram que tomei muito líquido após a cirurgia. Pode até ser. Mas tudo bem, agora estou em plena recuperação.

FOLHA – Arrependeu-se da cirurgia?
SCARPA – Por enquanto, estou arrependido. Mas é algo para o resto da vida. Minha irmã Fátima fez e perdeu 58 kg, mas deixaram o estômago dela menor, só pode comer 25 mililitros, senão vomita. O meu tem 500 mililitros. Dá para comer uma picanha inteira.

FOLHA – Qual sua programação ?
SCARPA – É aquela programação chata: acorda, faz fisioterapia, toma banho, almoça… Agora já estou fazendo a barba. Ando meia hora com fisioterapeuta, depois acordo e vou ver um filme. Mas não entrei mais na internet, não mexi mais em computador. E nem os amigos eu posso receber pessoalmente. Os médicos proibiram qualquer emoção. Agora a Rosi ( minha mulher) passou o telefone debaixo do pano, porque assim falo com alguém. Estou falando dentro do banheiro. Se [os enfermeiros] me pegam aqui, me fuzilam.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cirurgia bariátrica pode afetar a saúde bucal.


Pesquisa realizada com 57 pa­cientes que passaram pela cirurgia bariátrica (redução do estômago), no Ambulatório de Obesidade Mórbida do Hospital das Clínicas da Unicamp, apontou índice de comprometimento da saúde bucal acima da média regional e da nacional nessa população. A constatação foi feita pela cirurgiã-dentista Beatriz Balduino Ferraz da Silva em sua dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). A pesquisa foi orientada pela professora Dagmar de Paula Queluz.

Segundo a pesquisadora, a necessidade de um acompanhamento especializado antes e após a cirurgia se faz necessário por vários motivos. Primeiro, porque o paciente que se submete ao procedimento necessita mastigar muito bem os alimentos devido à capacidade gástrica reduzida. O que Beatriz observou, no entanto, é que na amostra da pesquisa 87,7% dos pacientes apresentaram necessidade de prótese dentária. “Constatei a ausência de dentes ou próteses em condições inadequadas, o que pode levar a dificuldades na mastigação”.

Outro fator refere-se às condições pós-operatórias. Na maioria das vezes, a pessoa sofre com vômitos freqüentes por um período. “Para eliminar o gosto ruim da boca, o paciente acaba escovando os dentes na seqüência, quando na verdade o recomendado é utilizar soluções alcalinas para neutralizar a acidez salivar antes da escovação. A acidez amolece a superfície dos dentes, causando a erosão dental”, explica.

Além de fazer a avaliação clínica e identificar os principais problemas dentários desses pacientes, a cirurgiã dentista também aplicou questionário avaliando a autopercepção que possuem da saúde bucal. Há relatos, destaca Beatriz, que a pessoa não procurava o dentista por conta do excesso de peso. “Eles diziam que tinham medo de sentar na cadeira e quebrá-la ou ainda passar por outros tipos de constrangimento pelo excesso de peso. Eles procuram o tratamento apenas em situações emergenciais, entre as quais quebra de dente ou dor”, esclarece.

A partir destes resultados, Beatriz destaca a importância de se incluir um cirurgião-dentista na equipe multidisciplinar que realiza a cirurgia de redução de estômago. Para ela, tanto no pré quanto no pós-cirúrgico as orientações especializadas associadas à reabilitação protética poderiam auxiliar muito na redução dos índices de comprometimento e minimizar os riscos pós-operatórios a que esses pacientes estão sujeitos. Ela justifica argumentando sobre o aumento significativo deste tipo de intervenção no Brasil. Só o Hospital da Unicamp realiza quatro cirurgias por semana.

Entrevista com Dr. Moacyr Pires de Mello.

Dr. Moacyr Pires de Mello é médico, cirurgião plástico pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e trabalha nessa especialidade no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.



DrauzioVamos partir de alguns casos de pacientes que se submeteram à cirurgia plástica da obesidade. Quantos quilos emagreceu a senhora da imagem 1a?
Moacyr – Essa senhora emagreceu 120kg após a cirurgia bariátrica. Quando isso acontece, geralmente a primeira reclamação do paciente é a respeito do avental que se forma no abdômen, provocado pela grande flacidez que tomou conta do tecido cutâneo. Depois, aparecem as outras necessidades, como cirurgias plásticas de mama, coxa, braço e tórax que, de certa forma, complementam a cirurgia de abdômen (imagem 1b).

DrauzioNa imagem 2 a, o avental é formado somente pela pele do abdômen?
Moacyr – Esse paciente, que havia emagrecido por volta de 80kg, estava num SPA, preparando-se para fazer a cirurgia bariátrica. Numa primeira etapa, foi retirado apenas o excesso do avental e, depois de concluído o emagrecimento, realizadas outras cirurgias plásticas.

DrauzioAs imagens 2 b e 2 c deixam evidente que o avental pode chegar até o joelho.
Moacyr – Geralmente, o avental vai até o meio da coxa ou até o joelho, mas pode ir até bem abaixo dos joelhos em alguns casos.

Drauzio – Essa enorme perda de peso associada ao abdômen que despenca provoca um desequilíbrio no corpo?
Moacyr – Provoca, mas esse desequilíbrio é compensado com o tempo pelo desenvolvimento da musculatura e pelo reposicionamento da coluna.
De fato, quando se retira esse excesso que está abaixo da linha da cintura, o paciente perde a noção de equilíbrio, porque muda o centro de gravidade e ele leva alguns dias para adaptar-se à nova posição.

DrauzioQuantos quilos de tecido você costuma tirar em média nesses casos?
Moacyr – Essas imagens referem-se a casos de pacientes que ainda não concluíram o emagrecimento. Na fase intermediária, chegamos a tirar por volta de 30kg ou 40kg. No entanto, se a pessoa conseguir esperar, o ideal é realizar as cirurgias estético-funcionais no final do processo de emagrecimento, mas nem sempre isso é possível.


DrauzioQue critério vocês adotam para saber qual é o momento certo de intervir depois que a pessoa fez uma cirurgia no estômago e perdeu peso?
Moacyr – Eu digo que a gastroplastia é uma cirurgia inteligente. Quando a pessoa estabiliza o peso com a alimentação considerada normal para ela depois da cirurgia bariátrica, isto é, quando pára de emagrecer, é o momento certo para fazer a cirurgia plástica da obesidade. O Índice de Massa Corpórea (IMC), entre outros, ajuda a determinar o peso ideal não só para realizar a cirurgia plástica com sucesso, mas também para a pessoa viver bem.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Advogada processa médico do apresentador Faustão após cirurgia.


A advogada Daliana Kristel Gonçalves Camargo, 31, está processando o médico Áureo de Paula (que operou o apresentador Fausto Silva) por problemas de saúde após ter passado por uma gastrectomia vertical com interposição de íleo.

Daliana, que foi submetida à intervenção em 2005, não tinha diabetes e queria apenas perder peso. Ela havia sido operada, pelo mesmo cirurgião, para colocação de um balão, mas não emagreceu.

Segundo seu advogado, Marcelo Di Rezende, o médico disse que, com 100 kg, ela poderia passar por um procedimento que resolveria o problema.

Então, ela engordou, passando de 76 kg para 95 kg. Pagou R$ 20 mil pelo procedimento.

Os problemas surgiram após a cirurgia. Segundo o advogado, ela não conseguia comer e passou a vomitar várias vezes ao dia.

Daliana teve uma úlcera perfurada e uma fístula (orifício) no estômago. Já passou por nove cirurgias e 17 microcirurgias, mas ainda não foi possível fechar a fístula.

Há mais de dois anos ela não pode comer nada. "Ela se alimenta por via enteral [com sonda] ou parenteral [pela veia]", a mesma está aposentada por invalidez.

A técnica cirúrgica de redução do estômago a que o apresentador Fausto Silva se submeteu não está regulamentada nem é reconhecida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e pela SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

Faustão anunciou em seu programa o método, mas não tem dado entrevistas sobre o assunto sob o argumento de não querer fazer apologia de um procedimento que não sabe se funciona.

Desenvolvida pelo cirurgião goiano Áureo Ludovico de Paula, a gastrectomia vertical com interposição de íleo foi desenhada para curar o diabetes tipo 2 -e não para tratar apenas a obesidade. A técnica é usada no país há cerca de seis anos e pelo menos 450 pacientes já passaram pelo procedimento.

A diferença para a cirurgia convencional está na recolocação do íleo (fim do intestino delgado) entre o duodeno e o jejuno. Ao entrar em contato com o alimento, o íleo começa a produzir GLP1 (hormônio que estimula a produção de insulina). Nos diabéticos tipo 2, a insulina está reduzida no organismo e o íleo produz pouco GLP1 porque a maior parte do alimento já foi absorvida.

Com o reposicionamento de parte do intestino, o alimento entra em contato mais rápido com o íleo, o que pode aumentar a produção do GLP1.

Especialistas criticam a técnica e dizem que não há evidências científicas de sua eficácia.

"O que temos são resultados de um único médico, que está realizando essa cirurgia experimentalmente, sem que nenhum outro cirurgião do mundo a faça. Além disso, é uma técnica que não segue as normas do CFM", diz Thomaz Szegö, presidente da SBCBM.

Segundo o cirurgião Marcos Leão Vilas-Boas, essa técnica acrescenta etapas que, ao final, promovem o mesmo resultado da cirurgia convencional. "No bypass ( Capella ), conseguimos aumentar em 20% a produção do GLP1. O paciente perde peso e melhora o diabetes. Não vale a pena se submeter a uma técnica que não é completamente aceita."

A nova cirurgia não consta da lista de procedimentos aceitos pelo CFM. Segundo o corregedor Pedro Pablo Magalhães Chacel, toda técnica precisa ser autorizada. "Se ela está sendo realizada de maneira experimental, precisa de autorização da Conep [Comissão Nacional de Ética em Pesquisa]. Caso contrário, não pode ser feita."

Gyselle Saddi Tannaus, coordenadora da Conep, diz não há nenhum registro de protocolo de pesquisa envolvendo essa cirurgia no órgão. Por isso, expediu ofícios para os comitês de ética de Goiânia e para o próprio cirurgião pedindo esclarecimentos. O prazo de resposta é de sete dias a partir do recebimento.

"Todo novo procedimento na área de saúde precisa passar pelo crivo do comitê de ética local e pela comissão nacional, em Brasília. Se o procedimento não é experimental, ele [Áureo de Paula] terá que comprovar que é um método consagrado.

Se for experimental, ele terá que apresentar todo o protocolo da pesquisa", afirma.

Desabafo de uma tia.


Eu e minha família estamos nos recuperando de uma lamentável perda. Meu sobrinho de dezessete anos veio a falecer após seis dias de cirurgia [de redução de estômago].

Tudo correu bem durante a mesma, não havendo necessidade de CTI: foi direto para o quarto. No terceiro dia pós cirúrgico teve alta. Já em casa, demonstrava sinais de fraquezas e os vômitos eram constantes e preocupantes, com barulhos (ânsias) estarrecedores. Aparentava uma certa decepção com aquelas reações incômodas. Tudo que ingeria (somente líquidos) não parava em seu estômago.

Seus pais entraram em contato com o médico, que dizia serem normais estas reações. Quando seu pai o auxiliava no banho, teve um súbito desmaio. Fiquei na tarefa de pedir socorro, pois já imaginava o pior e tinha visto ele sofrer muito nestes dois dias que retornara para casa e queria me poupar de futuros traumas, Deus sabia que não iria suportar.

Meu cunhado apareceu o mais rápido possível com carro para levá-lo ao pronto socorro. Infelizmente o serviço de atendimento de urgência da minha cidade é um órgão incompetente, e sugeriu que o levássemos a unidade de atendimento de urgência mais próximo da minha residência e não foi submetido aos primeiros socorros, que provavelmente (talvez) seriam inutéis, pois segundo algumas pessoas que nos ajudaram a transportá-lo até o carro já demostrava sinais de óbito.

No P.S. tentaram reanimá-lo, mas infelizmente os médicos constataram sua morte. Está sendo muito difícil para toda a família, jamais imaginávamos perder alguém tão jovem na família ,cheio de sonhos.

Com muita fé em Deus estamos dando força um para o outro, fazemos parte de uma família numerosa (15 filhos), e sabemos que podemos dividir esta dor. Seus pais e irmãos aos poucos estão sendo refrigerados pela fé que têm em Deus. Temos a consciência que o Nosso Amado, mesmo que na sua eloquência nos fará uma falta enorme, um vazio… faltará sempre um pedaço de nós.

Antes da cirurgia ele estava pesando 138kg. Revendo o álbum de família percebi o quanto seu físico o incomodava: nas reuniões em família ficava sempre nos cantinhos e com os mesmos primos, que têm mais ou menos a sua idade.Sinto muito, diante do meu amor incondicional de tia, não ter percebido, e enxergado o quanto se sentia, talvez “diferente” e rotulado pelos olhares de reprovação de uma sociedade que idealiza somente biotipo físico dentro de uma normalidade padrão.

Fazer esta cirurgia não foi uma decisão de um dia para o outro. Foram três meses de tratamento físicos e psicológicos. Estamos agora na fase do “SE” (se tivesse feito isso, se não tivesse feito aquilo), elaboramos hipóteses questionando sobre a cirurgia e sua eventuais complicações. Segundo sua mãe, ao ir para o hospital fazer a cirurgia, no percurso, estava muito feliz. Depositara nela (cirurgia) toda sua esperança de ter uma vida feliz e de qualidade, mas o resultado não foi como esperávamos. Na verdade, sentia-me insegura quanto à cirurgia, pois já havia escutado muitas histórias negativas por aí. Sou de uma família com tendência a obesidade, inclusive eu mesma estou na luta para emagrecer desde a minha adolescência, vivo no temido efeito ioiô. Apesar de passar por todas as dificuldades de uma pessoa acima do peso em todos os sentidos, não imaginava que o nosso Teteuzinho era vítima dos mesmos conflitos pessoais que vivi e vivo, pois o aceitávámos acima de qualquer situação, e erramos (talvez) por amá-lo demais. A cirurgia, no entanto, pode ter sido prematura.

O que nos conforta é o fato de trabalharmos com a possibilidade dele correr risco de morte com o seu sobrepeso. A cirurgia não foi uma medida acertada e feliz, mas poderia ter um ataque cardíaco a qualquer hora, pois não há coração que aguente. E aí…como ficaríamos se ele não tivesse tentado?

Mas só sei de uma coisa: redução de estômago na minha família hoje é um assunto OFF. Sabemos que cada caso é um caso, mas diante dessa situação optamos trabalhar com outras possibilidades.

Forte abraço!

Orem, pensem, pesquisem, orientem-se antes de tomar qualquer decisão que possa mudar sua vida e das pessoas que os cercam. Em suas orações lembrem-se de nós!